Genérico, similar e referência: qual a diferença?
Os três podem tratar a mesma coisa. Entenda o que muda entre eles e quando a troca é segura.
O medicamento de referência é o original, aquele que passou pelos estudos clínicos que comprovaram eficácia e segurança. É o que costuma ter marca conhecida e preço mais alto.
O genérico tem o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma, e precisa provar bioequivalência com o de referência — ou seja, comportar-se do mesmo jeito no organismo. Por lei, é identificado pelo nome do princípio ativo e traz a tarja amarela com um G.
O similar também tem o mesmo princípio ativo, mas é vendido com nome comercial próprio. Desde 2014 os similares em comercialização também precisam comprovar equivalência.
Na prática, a troca entre eles costuma ser segura e pode gerar economia relevante. Ainda assim, converse com o farmacêutico antes: há casos específicos, como medicamentos de janela terapêutica estreita, em que a substituição merece atenção do médico.
O genérico tem o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma, e precisa provar bioequivalência com o de referência — ou seja, comportar-se do mesmo jeito no organismo. Por lei, é identificado pelo nome do princípio ativo e traz a tarja amarela com um G.
O similar também tem o mesmo princípio ativo, mas é vendido com nome comercial próprio. Desde 2014 os similares em comercialização também precisam comprovar equivalência.
Na prática, a troca entre eles costuma ser segura e pode gerar economia relevante. Ainda assim, converse com o farmacêutico antes: há casos específicos, como medicamentos de janela terapêutica estreita, em que a substituição merece atenção do médico.